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sábado

Petrobras, 2º maior petroleira e a 4ª maior empresa do mundo

Lula, no lançamento das ações na Bovesp
Com o lançamento de ações na bolsa para capitalização que financie a exploração no pré-sal, nesta 5ª feira, a Petrobras consegue a maior arrecadação do gênero da história, de 120 bilhões de reais ou 70 bilhões de dólares, se transformando na 4ª maior empresa do mundo – depois da Exxon Mobil (EUA), da PetroChina (China) e da Apple (EUA) – em valor de mercado, e a 2ª maior petroleira, depois da Exxon Mobil.

Em função da mesma negociação, o governo brasileiro aumentou a participação na Petrobras, de 40% para 48%, aumentado a presença do Estado brasileiro na empresa, que até então se limitava aos 40%, depois da privatização promovida pelo governo anterior, de FHC, do PSDB, resgatando o seu caráter nacional, e estatal, de fato.

Tambem, em consequência do volume das negociações na Bovespa neste dia, a BMF&Bovespa, se tornou a 2ª maior bolsa do mundo, em valor de mercado, passando a maior dos EUA, de Chicago, e vindo depois, apenas, da bolsa de Hong Kong, na China. Com isso, o seu valor é, hoje, 25% maior que o valor somado da Bolsa de Nova York, Londres e Nasdaq.

É uma prova inequívoca da força da Petrobras e do pré-sal, dos acertos do governo federal e da vitalidade da economia brasileira.

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terça-feira

Pré-sal Petróleo S/A “nacionaliza” o petróleo


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O presidente Lula sancionou (02/08/2010), o projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso Nacional, que cria a Pré-sal Petróleo S/A (PPSA), empresa estatal que vai gerir a exploração do petróleo do pré-sal.
Na realidade, ao substituir o sistema vigente até então de concessões pelo de partilha, a nova lei nacionaliza o petróleo e os demais produtos do pré-sal tornando-os propriedade da União.

É que, com o sistema anterior, as empresas concessionárias – em grande parte multinacionais estrangeiras – eram proprietárias do produto extraído, podendo, inclusive dar-lhe o destino que melhor lhes conviesse, tendo, apenas, que recolherem aos cofres públicos os impostos e/ou taxas devidos, conforme determinava o antigo marco regulatório feito no governo anterior do FHCPSDB – quando da quebra do monopólio da Petrobras e privatização, de fato, da empresa.

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domingo

"Bloomberg: Petrobras é a 5ª maior do mundo"

A Petrobras se transformou esta semana na quinta maior empresa do mundo em valor de mercado, de acordo com a nota “Petrobras Surges to World’s Fifth-Largest Company on Oil Rally” da agência de notícias Bloomberg. A Companhia atingiu o valor de US$ 208 bilhões.(...)”

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quarta-feira

Novas tecnologias na produção do alcool ou etanol

Uma das preocupações, e acusações, feitas ao álcool brasileiro, por entidades ambientalistas e governos estrangeiros, seria a expansão das lavouras da cana em áreas de florestas, motivo até justificado, se não fossem as evidências de que as reações só começaram depois que se confirmaram as suspeitas de que o etanol efetivamente viável economicamente, é o brasileiro, já que a produtividade tanto na Europa como nos EUA, que utilizam cereais, é baixa e muito cara, além de comprometer a produção e preços dos alimentos.

A partir dessa necessidade, a Petrobras começou a investir em novas tecnologias para aumentar a produção de álcool, sem expandir a área de cana plantada, o que provavelmente estimularia a competição, por espaço, com a produção de alimentos e o desmatamento, como falamos acima.

Os seus pesquisadores, junto com os da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desenvolveram um método de produção do álcool, a partir do bagaço da cana, que é o resíduo agroindustrial mais expressivo do Brasil, logo “matéria prima em abundancia”, que será reciclado, agora, com a nova tecnologia.

É uma grande descoberta e que promete aumentar em 40% a produção nacional do álcool e consolidar a posição estratégica do Brasil, como grande produtor mundial de biocombustíveis.

Os pesquisadores da Petrobras afirmam, ainda, que a mesma tecnologia pode ser utilizada na fabricação do bioetanol, com resíduos vegetais, como palha ou capim, além de resíduos do processamento da mamona, soja e outros vegetais.

A Petrobras definitivamente assumiu, a sua posição de produtora de energia, e não só a de petróleo e derivados.


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