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sexta-feira

E ai, conhece o Vale-Cultura? O que acha do benefício?

O vale cultura foi um projeto de 2009 do, à época, Ministro da Cultura Juca Ferreira no 2º governo Lula – hoje ex-secretário de Cultura do governo Haddad em São Paulo e novamente indicado para compor o novo governo Dilma na mesma pasta – e promovido pela ex-ministra da Cultura Marta Suplicy.

  "O Vale-Cultura é um cartão magnético pré-pago, válido em todo território nacional, no valor de R$50 mensais e foi criado para beneficiar prioritariamente os trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos em gastos com cultura a exemplo da compra de ingressos de teatro, cinema, museus, espetáculos, shows, circo, CDs, DVDs, livros, revistas e jornais entre outros.

O cartão pode ser oferecido aos funcionários contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Para isso, as empresas interessadas precisam aderir ao programa pelo site do Ministério da Cultura. O valor é pago pela empresa que, em contrapartida, é isenta pelo Governo Federal de encargos sobre o valor do benefício concedido. As empresas de lucro real poderão abater as despesas no Imposto de Renda em até 1% do imposto devido. O desconto em folha de pagamento do trabalhador é opcional e de, no máximo, 10% do valor do benefício, ou seja, R$ 5.


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quarta-feira

Médicos “receitam” livros para crianças com menos de três anos

Leitura em voz alta agora é recomendação oficial da Academia Americana de Pediatria. 

Mais do que diversão, a leitura de histórias para os filhos pequenos, especialmente os menores de três anos, agora é "prescrição" médica.

Uma nova recomendação da APP (Academia Americana de Pediatria) diz que os médicos devem orientar os pais a lerem em voz alta para os bebês como forma de estimular a linguagem, o desenvolvimento da Alfabetização e o fortalecimento das relações afetivas entre eles.

A mesma orientação deverá ser seguida pelos médicos brasileiros, segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). “Nas consultas, é fundamental que se faça esse tipo de orientação aos pais. A leitura tem papel fundamental no aprendizado é a base para todos os conhecimentos”, diz Christian Muller, neuropediatra da SBP. 

A ênfase dada às crianças pequenas (até três anos) tem uma explicação: os primeiros 36 meses de vida são cruciais para o desenvolvimento do cérebro e de habilidades como falar, aprender e pensa

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domingo

Por que é muito importante brincar com o seu filho

Ultimamente as crianças são inseridas tão precocemente no universo adulto que uma atividade que vai muito além do aspecto lúdico – a brincadeira – com sua importância fundamental na formação das crianças, vem, praticamente, sendo deixada de lado pelos pais, em uma visão equivocada do que seria “moderno” e do que é, efetivamente, bom e saudável para os seus filhos.
Jogar bola, brincar de dominó, ensinar a andar de bicicleta, empinar pipa, levar no parquinho... não tem nada mais prazeroso do que brincar! E não só pelo prazer, mas também pelo importante papel que a brincadeira tem na formação da criança. "Brincar é fundamental na infância por ser uma das linguagens expressivas do ser humano. Proporciona a comunicação, a descoberta do mundo, a socialização e o desenvolvimento integral", afirma a educadora Adriana Friedmann, autora dos livros A Arte de Brincar e Desenvolvimento da Criança Através do Brincar.

Hoje em dia, porém, o brincar tem perdido espaço e tempo na rotina da criança. Por isso, é cada vez mais necessário que os pais acompanhem as atividades e a incentivem a brincar de forma saudável.

Confira algumas dicas de atividades mais indicadas para cada idade:
- De 0 e 3 anos: a criança pode brincar ao ar livre para descobrir a natureza.
- A partir dos 3 anos, a criança já tem capacidade para participar da escolha dos programas. Converse com o seu filho para saber se ele gostou da atividade.
- De 7 a 10 anos: esportes, passeios e jogos de tabuleiros.
- De 10 e 12 anos, jogos, esportes, brincadeiras, mais independentes. (Discoverykids)
Pense nisso, você que, com certeza, quer o melhor para os seus filhos. Logo, vai depender de você a valorização, por eles, pelos brinquedos e brincadeiras tão saudáveis, lúdicas e educativas, pois, toda a parafernália eletrônica vai ter sua hora e vez.

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sexta-feira

Estudantes do Bolsa Família ficam acima da média nacional


O mais incrível é constatar que muita gente ainda “mete o pau” neste programa, que, além de ser uma redenção pessoal para a família historicamente excluída, o é tambem para o país que cresce em seus indicadores sociais e econômicos, graças à inserção no consumo e mercado de trabalho deste enorme contingente de brasileiros, que vem tendo um peso considerável no crescimento do país nos últimos anos. 

 (...) Os números são do cruzamento de dados de 2011 do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) apresentados hoje (16) pela ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, no 14º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

“Os mais pobres tiveram um desempenho melhor do que a média”, constata Tereza Campello. “Não só conseguimos garantir que essas crianças não saiam mais da escola, mas conseguimos garantir que elas consigam ir melhor na escola”. Ela atribui o rendimento ao fato de que os estudantes beneficiados pelo programa não podem ter uma taxa de frequência inferior a 85%. Para os demais alunos, a taxa é 75%.

Veja tambem: 1,69 milhão de famílias abrem mão do Bolsa Família.


 “Além disso, esses estudantes são superestimulados, as famílias entendem que é um ganho muito grande”, diz a ministra.

(...) A ministra também apresentou dados que mostram a maior presença dos 20% mais pobres da população brasileira no sistema de ensino. Em 2001, 17,3% dos jovens com 16 anos, que fazem parte desse grupo, tinham ensino fundamental completo. O número passou para 42,7%, em 2011. No Brasil, em 2001, 43,8% dos jovens nessa faixa etária tinham o ensino fundamental completo, e em 2011, 62,6%.

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segunda-feira

Professor brasileiro está entre os quatro melhores professores dos EUA


A vocação e o esforço levaram o brasileiro Alexandre Lopes, 44 anos, a integrar a lista dos quatro finalistas que disputam o título de melhor professor dos Estados Unidos. Daqui a pouco mais de uma semana, em 23 abril, ele estará na Casa Branca, sede do governo norte-americano, onde o prêmio será entregue pelo presidente Barack Obama. 

Natural de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, e formado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Lopes mora nos Estados Unidos há 18 anos e, há oito, dá aulas em escolas da Flórida, onde foi considerado o melhor educador de 2012.

Com menos de uma década de experiência, Alexandre se tornou um dos líderes da Carol City Elementary Schoool, uma escola de educação fundamental que trabalha com alunos com deficiência intelectual, em uma região carente do condado de Miami-dade, na Grande Miami. No colégio, Alexandre dá aulas para crianças entre 3 e 5 anos, do chamado maternal. (Do Correio Brasiliense)

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