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sexta-feira

Estudantes do Bolsa Família ficam acima da média nacional


O mais incrível é constatar que muita gente ainda “mete o pau” neste programa, que, além de ser uma redenção pessoal para a família historicamente excluída, o é tambem para o país que cresce em seus indicadores sociais e econômicos, graças à inserção no consumo e mercado de trabalho deste enorme contingente de brasileiros, que vem tendo um peso considerável no crescimento do país nos últimos anos. 

 (...) Os números são do cruzamento de dados de 2011 do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) apresentados hoje (16) pela ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, no 14º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

“Os mais pobres tiveram um desempenho melhor do que a média”, constata Tereza Campello. “Não só conseguimos garantir que essas crianças não saiam mais da escola, mas conseguimos garantir que elas consigam ir melhor na escola”. Ela atribui o rendimento ao fato de que os estudantes beneficiados pelo programa não podem ter uma taxa de frequência inferior a 85%. Para os demais alunos, a taxa é 75%.

Veja tambem: 1,69 milhão de famílias abrem mão do Bolsa Família.


 “Além disso, esses estudantes são superestimulados, as famílias entendem que é um ganho muito grande”, diz a ministra.

(...) A ministra também apresentou dados que mostram a maior presença dos 20% mais pobres da população brasileira no sistema de ensino. Em 2001, 17,3% dos jovens com 16 anos, que fazem parte desse grupo, tinham ensino fundamental completo. O número passou para 42,7%, em 2011. No Brasil, em 2001, 43,8% dos jovens nessa faixa etária tinham o ensino fundamental completo, e em 2011, 62,6%.

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segunda-feira

Professor brasileiro está entre os quatro melhores professores dos EUA

A vocação e o esforço levaram o brasileiro Alexandre Lopes, 44 anos, a integrar a lista dos quatro finalistas que disputam o título de melhor professor dos Estados Unidos. Daqui a pouco mais de uma semana, em 23 abril, ele estará na Casa Branca, sede do governo norte-americano, onde o prêmio será entregue pelo presidente Barack Obama. 

Natural de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, e formado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Lopes mora nos Estados Unidos há 18 anos e, há oito, dá aulas em escolas da Flórida, onde foi considerado o melhor educador de 2012.

Com menos de uma década de experiência, Alexandre se tornou um dos líderes da Carol City Elementary Schoool, uma escola de educação fundamental que trabalha com alunos com deficiência intelectual, em uma região carente do condado de Miami-dade, na Grande Miami. No colégio, Alexandre dá aulas para crianças entre 3 e 5 anos, do chamado maternal. (Do Correio Brasiliense)

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quinta-feira

Programa federal visa a reduzir erros médicos

Notícias como esta não costumam dar muito ibope, sobretudo em época de eleições quando os interesses partidários de setores da mídia privilegiam aquilo que possa favorecer o caos e as deficiências, enaltecendo as falhas, os problemas e os erros, reais ou não, como forma de obter ganhos eleitorais.
"O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançaram ontem o Programa Nacional de Segurança do Paciente, com o objetivo de reduzir os erros médicos nos serviços de saúde públicos e privados. Em 120 dias, os hospitais serão obrigados a ter um núcleo de segurança do paciente, com funcionários encarregados de aplicar regras sanitárias e protocolos de atendimento para prevenir falhas. Estudo da Fiocruz aponta que a ocorrência desse tipo de incidente no Brasil é de 7,6%. Desses, 66% são evitáveis. 

O Brasil lidera a proporção de falhas médicas evitáveis com outros seis países: Nova Zelândia, Austrália, Espanha, Dinamarca, Canadá e França. O Ministério da Saúde estabeleceu seis protocolos de prevenção de erros médicos. As regras serão submetidas à consulta pública antes de entrar em vigor.

 Os temas são: higienização das mãos, cirurgia segura, prevenção de úlcera por pressão, identificação do paciente, prevenção de quedas e prescrição, uso e administração de medicamentos. Os três primeiros entrarão em consulta pública esta semana. Os outros três, em 30 dias. O programa obriga os hospitais a notificar mensalmente todas as falhas na assistência médica. As comunicações serão feitas à Anvisa."
Como pode ver, os erros médicos não são um "privilégio" do Brasil. Leia matéria completa, aqui.

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