domingo

Prematuros recebem redes e música clássica para acelerar recuperação

Brasília – Bebês prematuros que nascem no Hospital Regional de Santa Maria, região administrativa localizada a 26 quilômetros de Brasília, estão sendo colocados em minirredes de algodão, adaptadas dentro das incubadoras, como uma alternativa para melhorar o conforto. A UTI Neonatal também usa o recurso da música clássica e instrumental como som ambiente para acalmar os recém-nascidos.

De acordo com o supervisor de Enfermagem da UTI Neonatal, Wilian Barbosa, o trabalho é complementar e não chega a ser classificado como tratamento, mas auxilia os bebês que nasceram com menos de 37 semanas no ganho de peso e antecipa a alta médica. “Todas as medidas de conforto que podemos oferecer auxiliam no tratamento”, explicou.

Segundo ele, o bebê colocado na minirrede fica em posição similar à posição intrauterina. A prioridade é dada aos prematuros mais agitados ou mais chorosos e também aos que não contam com o acompanhamento da mãe durante o tratamento (seja por abandono ou por morte após o parto).

Dependendo da aceitação da criança, o período na minirrede pode durar até quatro horas seguidas. Já a música clássica e instrumental é usada durante todo o dia para ajudar a tranquilizar os bebês e só é desligada à noite.

“A maioria das crianças está internada para ganhar peso. E, quanto mais confortável a criança fica, mais peso ela ganha. A criança fica mais calma e isso diminui o tempo de internação”, disse Barbosa.


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Por que é muito importante brincar com o seu filho

Ultimamente as crianças são inseridas tão precocemente no universo adulto que uma atividade que vai muito além do aspecto lúdico – a brincadeira – com sua importância fundamental na formação das crianças, vem, praticamente, sendo deixada de lado pelos pais, em uma visão equivocada do que seria “moderno” e do que é, efetivamente, bom e saudável para os seus filhos.
Jogar bola, brincar de dominó, ensinar a andar de bicicleta, empinar pipa, levar no parquinho... não tem nada mais prazeroso do que brincar! E não só pelo prazer, mas também pelo importante papel que a brincadeira tem na formação da criança. "Brincar é fundamental na infância por ser uma das linguagens expressivas do ser humano. Proporciona a comunicação, a descoberta do mundo, a socialização e o desenvolvimento integral", afirma a educadora Adriana Friedmann, autora dos livros A Arte de Brincar e Desenvolvimento da Criança Através do Brincar.

Hoje em dia, porém, o brincar tem perdido espaço e tempo na rotina da criança. Por isso, é cada vez mais necessário que os pais acompanhem as atividades e a incentivem a brincar de forma saudável.

Confira algumas dicas de atividades mais indicadas para cada idade:
- De 0 e 3 anos: a criança pode brincar ao ar livre para descobrir a natureza.
- A partir dos 3 anos, a criança já tem capacidade para participar da escolha dos programas. Converse com o seu filho para saber se ele gostou da atividade.
- De 7 a 10 anos: esportes, passeios e jogos de tabuleiros.
- De 10 e 12 anos, jogos, esportes, brincadeiras, mais independentes. (Discoverykids)
Pense nisso, você que, com certeza, quer o melhor para os seus filhos. Logo, vai depender de você a valorização, por eles, pelos brinquedos e brincadeiras tão saudáveis, lúdicas e educativas, pois, toda a parafernália eletrônica vai ter sua hora e vez.

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sexta-feira

Estudantes do Bolsa Família ficam acima da média nacional


O mais incrível é constatar que muita gente ainda “mete o pau” neste programa, que, além de ser uma redenção pessoal para a família historicamente excluída, o é tambem para o país que cresce em seus indicadores sociais e econômicos, graças à inserção no consumo e mercado de trabalho deste enorme contingente de brasileiros, que vem tendo um peso considerável no crescimento do país nos últimos anos. 

 (...) Os números são do cruzamento de dados de 2011 do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) apresentados hoje (16) pela ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, no 14º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

“Os mais pobres tiveram um desempenho melhor do que a média”, constata Tereza Campello. “Não só conseguimos garantir que essas crianças não saiam mais da escola, mas conseguimos garantir que elas consigam ir melhor na escola”. Ela atribui o rendimento ao fato de que os estudantes beneficiados pelo programa não podem ter uma taxa de frequência inferior a 85%. Para os demais alunos, a taxa é 75%.

Veja tambem: 1,69 milhão de famílias abrem mão do Bolsa Família.


 “Além disso, esses estudantes são superestimulados, as famílias entendem que é um ganho muito grande”, diz a ministra.

(...) A ministra também apresentou dados que mostram a maior presença dos 20% mais pobres da população brasileira no sistema de ensino. Em 2001, 17,3% dos jovens com 16 anos, que fazem parte desse grupo, tinham ensino fundamental completo. O número passou para 42,7%, em 2011. No Brasil, em 2001, 43,8% dos jovens nessa faixa etária tinham o ensino fundamental completo, e em 2011, 62,6%.

Leia mais...

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